Teoria sobre casamento depois do bebê

Teoria sobre casamento depois do bebê

Por: Ananda

Tenho uma teoria de que o casamento que sobrevive a gravidez, aos 3 primeiros meses do bebê e às crises de (complete conforme experiência pessoal, algumas alternativas: cólica, otite, nascimento dos dentes) tem tudo para ser eterno. O pensamento é baseado nas seguintes situações:

Gravidez: dividida em três momentos distintos.

– Primeiro trimestre: crise inicial. Vamos ter um bebê? Vamos ter um bebê! Vamos ter um bebê. Vômitos.

– Segundo trimestre: crise intermediária. Vou ficar gorda. Meu peito vai cair. Aparecimento das primeiras estrias. As roupas não servem mais. Vontade de comer o mundo.

– Terceiro trimestre: mais crise. Tenho que arrumar tudo. Mil compras. Mil loucuras com o chá do bebê. Pé de elefante. Rosto inchado. Quando vai nascer? Como vai ser o parto? Nova crise. O bebê não quer nascer. Azia. Falta posição para dormir. Ansiedade.

Bebê em casa: vontade de matar cada visita que chega. Choro indecifrável. Sono constante. (des)Entendimento com a amamentação. Baby blues. Noites sem dormir. Casa bagunçada. Crise. Sou mãe, e agora? Nunca mais vou ter um segundo de paz?

Crises: caos!

* Post com alto teor de verdade e viagens de uma mente confusa após trezentas horas tentando de TU-DO para fazer um bebê com febre e dentes superiores chegando dormir. Mas sim, amiga, se o teu marido/noivo/namorado/namorido/ficante/peguete vulgo pai do teu filho aguentou firme toda tempestade emocional relatada provavelmente é porque te ama MUITO.

 

Post publicado originalmente em Dez/11

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Ananda era um projeto de jornalista que virou um projeto de mãe. Agora tenta conciliar os dois papéis. Uma história sem cortes e com muito drama, pois se não tivesse drama não seria uma história de mãe. Autora do blog projeto de mãe