Fórum MMqD

Culpa por “não trabalhar” (oi?)

O tema desse fórum veio por email. Marilia escreve:

Olá, sou mãe apaixonada de uma pequena de 1 ano e 8 meses. Desde que descobri de minha gravidez parei de trabalhar, pois decidi me dedicar totalmente a minha filha. Sou nutricionista e tem épocas em que me sinto muito mal por não estar atuando, mas quero poder cuidar da minha filha, levar ela para passear, educar, ensinar a dançar, desenhar, pular, cuidar dos animais... mas essa culpa do não trabalhar pesa, sem contar que a sociedade nos julga como "ela não quer trabalhar", sendo que a vida de mãe dona de casa é uma correria danada, mas com a maravilhosa oportunidade de ter seu filho junto o dia todo. Já pensei em trabalhar em casa, mas não surgem ideias. Será que toda mãe que opta por não trabalhar passa por isso, por esse sentimento de culpa?

Tenho aqui a minha desconfiança de que sim, toda a mãe que para de trabalhar para ficar com filhos se sente culpada - assim como toda mãe que volta a trabalhar depois de ter filhos também se sente. Procede, moças? Alguém aí é livre dessa culpa?



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81 Comments
  1. Ah... Adoraria estar livre dessa culpa pra poder te ajudar, Marilia. Mas cá estou eu cuidando da minha pequena de quase 9 meses e me sentindo a louca que largou o trabalho, que nunca mais vai conseguir voltar à labuta.

    Ao mesmo tempo tenho um sentimento imenso de segurança por poder estar com ela o tempo todo. Fico imaginando como conseguiria passar o dia inteiro fora sem ela. Mas também me culpo porque estou começando a procurar creche pra ela mesmo ainda não trabalhando. Ou seja, tô péssima também.

    Um beijo.

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      • Andrea

      ... E eu que decidi por ficar em casa agora que meus filhos tem 7 e 10 anos!!!! Arrependimento??? nenhum! Spo se for por nao ter acompanhado o crescimento deles antes, bem antes...
      Financeiramente faz falta sim, mas como sempre fui ativa, vou procurar algum "bico" que me permita ganhar algum dim dim sem ter que tomar todo o meu tempo. Faz um ano que estou em casa e Super Feiz!!!!
      Beijos

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        • Andreia Mamedes

        Andrea, poderíamos nos falar? Estou com a mesma idéia... De parar de trabalha, sabe? Meus filhos sao ainda mais velhos,.. Preciso muito de ajuda pra tomar uma decisão... ;)

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    • Gostaria que vocês conhecessem a FR Promotora. Uma empresa do Rio de Janeiro que atua com soluções financeiras e nos possibilita ganhar dinheiro em divulgar sua imagem pela internet, Não precisa vender nada, apenas divulgar.
      Você mesma faz os próprios horários, e decide o quanto vai querer ganhar, ela nos ensina passo a passo o trabalho a ser realizado, cabe a nós mesmas saber aproveitar.
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      meu e-mail: emisandei5000271

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  2. Que post bacana, adorei! Tema relevante e que tem relação com a realidade de tantas mães. Parece que passou um filme na minha cabeça por conta desse assunto. Meu primeiro filho está apenas com dois anos. Como sou pedagoga, especialista em psicopedagogia e mestre em educação, acho que fui sempre muito influenciada ao decorrer dos anos, pelos meus estudos profissionais e isso me levou a ter certeza de que quando chegasse a minha vez eu também optaria por ser uma mãe totalmente presente, pelo menos até os 3 anos de idade, e é isso que tenho feito. Me parece difícil demais afirmar 100% uma culpa ou não, por deixar o trabalho de lado, pois é uma reflexão bem ampla, mas estou bem mais tendenciosa a dizer que não tenho culpa, pois se não me arrependo da escolha que fiz, é porque não senti culpa. Meu pequeno completará 3 anos em novembro e foi desde o começo desse ano que comecei a voltar a trabalhar, mas só em casa. Eu planejei viver intensamente a maternidade, fechei minha clínica e me preparei a voltar a trabalhar como psicopedagoga atendendo em casa, para poder ficar ao lado dele o máximo possível. Terei muito mais tempo na vida para trabalhar, então, penso que vale a pena...criei no começo do ano um blog, chama-se Aprendizagem Humana, na capa tem um menu chamado ENTREVISTAS, lá tem relatos de mães sobre suas experiências e questionamentos, em uma das entrevistas, com a mamãe Danielly, que mora nos EUA há comentários que tem ligação direta com o que vcs postaram aqui hoje, ela compartilhou o quanto lá nos EUA as mães são incentivadas e valorizadas por ficarem com seus filhos. Se vcs puderem, conheçam meu blog, participem, vamos nos conhecer mais, leiam as entrevistas das mães, se puderem, creio que gostarão bastante. Meus parabéns por esse blog, adoro!!!!!! Abraços, Roberta!

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      • Lua Ulbrich

      Muitobom, vamos ler o blog tbm!!!

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      • Marcia Toigo Angonese

      Olá Roberta Leal,
      lendo o seu comentário sobre o assunto "mães que não trabalham" tive a sensação de aliviar meu sofrimento neste meu momento atual.
      Sou mãe de uma menina de 1ano e dois mêses e neste mês decidi colocá-la em uma escolinha, sou Bióloga e depois que ela nasceu eu não trabalhei mais, optei ficar em casa para curtir esse momento de uma espera por 11 anos para engravidar (pois não conseguia ser mãe). E eis que essa adptção na escolinha está sendo horrível eu choro e ela também então me questiono.... Será que realmente devo voltar ao mercado de trabalho e largar minha filha, meu bem mais precioso, nas mãos de outros...e satisfazer as críticas e pressões da sociedade do tipo...você não trabalha, fica só em casa...
      Então estes relatos aqui escritos me fizeram ver que outras pessoas passam pelo mesmo sentimento.
      Amenizando essa sensação de ser a Vilã da estória e assim me posicionando com mais firmeza......
      Sou mãe sim o tempo integral e essa foi minha escolha sou feliz com isso!!!!

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        • rosangela rodrigues

        oi foi muito bom ler esses comentários.pois estou me sentindo muito mal não consigo voltar trabalhar,sou gerente comercial de loja de roupas femininas e não consigo levo minha filha pra escolinha fico 1 dia nos trabalhos e desisto pois sofro de saudades e ela j tem 11 meses

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  3. ops, esqueci algo importante: se gostaram do blog e acharem que ele merece (rsrsrs), curtam a página no facebook: facebook/aprendizagemhumana...Roberta!

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    • Janaina

    Meninas!
    Culpa pouca é bobagem!!!
    Põe culpa nisso...
    Maria está com quase 11 meses e eu decidi que ficaria com ela até o final de 2012...
    Ainda estamos em agosto mas há 2 sentimentos que já estão me corroendo: o primeiro é a imeeeeeeensa vontade de ficar com ela mais o ano de 2013... e o segundo, é o peeeeeeeso do mundo nas costas por ter deixado o trabalho.
    Ai, ai, ai, ai... Nós, mães!

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  4. Procede! O Pedro tem só 4 meses e eu me questiono desde a gestação. Ao mesmo tempo, curto cada momento com ele, o que não poderia fazer se resolvesse deixá-lo com terceiros o dia todo.
    Na minha opinião, por mais que a gente dê uma questionada de vez em quando, devido a essa pressão besta da sociedade, vale muito a pena ser mãe profissional, pois os nossos pequenos serão pequenos só uma vez na vida, já o mercado de trabalho estará aí para sempre e não nos receberá de braços abertos, como nossos filhos!

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      • emilia

      é´isso ai amiga eu me chamo emilia de recife deixei de trabaalhar vai fazer dois meses porque moro longe de minha família meu bebe que hoje esta com dois anos ficava com uma senhora desde três meses de idade e um dia larguei mas cedo do trabalho não avisei a ela fui buscar meu pequeno e quando coloquei a cara na porta flagrei ela jogando meu filho no sofá dai então peguei meu filho do colo dela e resolvi que so vou voltar a trabalhar quando ele souber se defender vou deixar ele ficar com uns três anos e espero que isso sirva de lição pra muitas mães que so da pra confiar se for pra eles ficarem com alguém da família nossos filhos em primeiro lugar!!!

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    • Juliana Carnaúba

    Muita culpa!!! Eu tbm não aceitei bem deixar meu filhote, mas me sinto mal demais, a sociedade julga muito, com 2 anos e meio eu tive que trabalhar fora por passar por dificuldades financeiras, e foi tão mais fácil, apesar do cansaço físico eu estava melhor, me sentia melhor tirando o lado mãe, eu não entendo como as pessoas podem achar que é mais fácil ficar em casa.

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  5. Sei exatamente o que você está passando.

    Até uma leve pressão da escola da minha filha eu tive. Normal. O mundo pressiona MESMO!!! Só que a maior pressão é nossa mesmo. Presta atenção: a gente vive se cobrando.

    Eu tentei relaxar um pouco e pensei: vou colocar minha filha na escola quando ela estiver pronta pra escola (imaginei algo entre os 2 e 3 anos e foi o que aconteceu). Daí vou passando o bastão pra eles e retomando minha vida. Vou pensar em alguma coisa. Qualquer coisa. Nem que seja fazer um novo curso, reaprender a dirigir... Ocupando a cabeça com vida pessoal separada de filho acaba por amenizar a pressão que nos impomos e acho que essa é a pior pressão.

    Eu finalmente descobri uma forma de trabalhar em casa e o único conselho que eu posso dar é: fique tranquila, curta o momento que, na hora certa, você encontra seu espaço. Fique atenta às oportunidades sem pisar no acelerador. Curta sua filha pq ela só vai ter um ano, uma vez na vida. E o resto do mundo logo estará comentando sobre a novela e esquece de você. ;)

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    • Bianca Marquezi

    kkkkkk... nossa, providencial esse post!!! Chorei tanto hoje exatamente por isso...
    Bom, meu filho tem 2 anos e 7 meses. Quando ele nasceu, depois de 4 meses, voltei a trabalhar por necessidade. Lembro que chorava todos os dias por deixá-lo no berçário. Meu leite secou da noite pro dia. Dois meses depois que voltei da licença, fui mandada embora (contrataram outra pessoa, sem filhos). Passei 6 meses chorando por ter sido mandada embora, mas a convivência com meu filho full time me ajudou a superar isso... Voltei a trabalhar quando ele completou 1 ano porque senti a necessidade de trabalhar. Ficamos mais 1 ano nessa vida, acordando mega cedo pra deixá-lo no berçário, e pegando-o depois do almoço (sempre trabalhei meio período, por ser professora, isso ajudou bastante). No início desse ano, engravidei de novo... Novamente fui mandada embora... E dizem que isso não acontece mais no Brasil... Queria muito saber de algum estudo/pesquisa e ler sobre as estatísticas de mulheres que perdem o emprego porque engravidaram... Bom, aí resolvi tirá-lo do berçario e ficar em casa novamente full time com ele, curtindo minha barrigona... Se me sinto culpada por não trabalhar? Não sei se é culpa... Acho que é nervosismo por não fazer algo que eu estudei tanto e gosto demais... Não por pressão da sociedade, porque tenho o apoio da família para ficar em casa. Mas a liberdade de ganhar seu próprio salário, ajudar nas contas casa, sem ter que se preocupar tanto em gastar mais do que se tem (porque sim, é uma escolha nossa, mas o orçamento sem o nosso salário fica mais apertado. fato).

    Verdade que meu filho, desde que saiu da escolinha, nunca mais teve que ir pro pronto socorro por problemas respiratórios... Ele está curtindo cada detalhe da chegada da irmã. E eu, agora, curtindo o desenvolvimento da fala dele.

    Se pretendo ficar sem trabalhar por mais quanto tempo, ainda não sei... Mas acho que vou aguentar ficar mais 1 ano em casa... Depois, volto a trampar, com certeza...

    Nunca tive culpa por trabalhar. Sempre confiei muito nas pessoas que cuidavam dele e isso ajudou muito...

    O fato é que chorei hoje, por saudades de trabalhar... Ou por pressão gravídica dos hormônios em ebulição...kkk...

    enfim, quem vai entender o que se passa na cabeça da mulher... nem eu me entendo...

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    • Erica

    Não sinto culpa nenhuma, e sim, muito previlegiada em poder cuidar da minha filha. É muito gratificante estar presente em cada minutinho da vida da minha filhota; poder fazer parte das suas novas experiências (as descobertas), preparar as suas comidinhas, colocá-la para dormir, dar banho, levá-la a escolinha, participar das festinhas, ensiná-la a falar, cantar, bater palminhas,levá-la para passear, escolher com ela as fantasias e ajudá-la a vestí-las, ensinar a fazer as tarefinhas, cuidar dos suas roupinhas, etc... de ser mesmo uma Mãezona 24 hs ser for preciso!!!
    Passei 09 meses sendo somente mãe da Yasmim e dona de casa (passei por uma gravidez de risco, filha prematura), depois voltei a trabalhar (minha filha tinha 09 meses), tive a sorte de trabalhar somente meio expediente neste tempo. No início a gente fica apreensiva por deixar a cria em casa com a babá, mas tive sorte de conseguir um pessoa que era muito carinhosa e fazia tudo direitinho conforme eu orientava e ensinava para cuidar da minha filha- sou mãe solteira e na época fui morar em outra cidade (780 km de distância da minha família) sozinha com a minha filha para trabalhar, minha mãe ia nós ver de Mês e Mês - mas foi tudo dando certo e consegui cumprir com meu lado profissional e mãe coruja.
    Após 2 anos e meio trabalhando e cuidanda da minha filha, resolvi voltar a minha cidade natal e tive que deixar o trabalho- parei de trabalhar e voltei a me dedicar a minha filha (dedicação total) e vejo que os nossos laços de afetividade se tornaram ainda mais forte, uma cumplicidade e confiança que só mesmo o amor verdadeiro pode explicar. Nada de ficar me cobrando a mais do que estou possibilitada de realizar neste momento... meu momento é ser mãe e cumprir bem feito essa tarefa me faz muito feliz e realizada.
    Hoje minha filha está com 06 anos e eu estou voltando a trabalhar novamente e dedicar a minha vida profissional, vou fazer a minha tão esperada pós-graduação... não me arrependo nenhum momento pelos quase 04 anos e meio dedicados somente a minha princesinha, pois é a dedicação a minha filha e essa minha fase de ser Mãe que me fizeram ser uma pessoa melhor.

    Um beijo a toda.

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    • Erica

    Corrigindo no meu texto a palavra: Privilegiada* :-)

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  6. Duvido que nenhuma mãe passe por isso. É uma pena que a culpa rodeie a nossas vidas, mas a ansiedade ainda é a maior vilã nesses casos. Parar de trabalhar, pra quem gosta e está habituada, é mesmo muito difícil. É muito bom ter tempo para estar mais perto dos filhos, mas a independência financeira pesa. Acredito que quando estamos tranquilas financeiramente, conseguimos aproveitar mais cada etapa. Mas quando a renda da mulher faz falta no orçamento, a culpa entra na jogada. Queremos (ou precisamos) cumprir todos os papéis, inclusive da provedora da casa, por isso não nos damos o luxo de curtir essa fase "profissão mãe". A maior cobrança é nossa. É a mais dura e cruel. Você vai encontrar um espaço, sabe por quê? Porque quer e isso é o mais importante. Beijo Gisa Hangai

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    • Marilia

    Gente que delícia saber que não estamos sozinhas.... foi muito bom ler todos esses comentários, me fez respirar melhor. Acho que a culpa vem justamente pelo que foi falado pela Bianca "deixar de trabalhar, fazer o que gosto e estudei tanto", mas com os comentários que todas vocês deixaram consegui compreender melhor que estudei tanto para poder fazer o que gosto para minha filha e meu marido, sempre digo que sou nutricionista do lar. A Roberta Leal que é pedagoga consegue compreender bem o que quero dizer, tenho uma amiga que também tem uma filha de 1 ano e 8 meses e é pedagoga, nós sempre conversamos sobre o assunto e ela me conta da importância da presença da mãe para os filhos. Como fico em casa com minha pequena conseguimos fazer muitas coisas, fazemos almoço juntas, ela faz bolo e decora com confeitos coloridos, levo ela a pracinha e ao shopping sempre que temos vontade, andamos de bicicleta e brincamos com as amiguinhas dela quase todos os dias, acredito que se estivesse trabalhando fora não poderia fazer tudo isso. Meu marido me apoia totalmente no ficar em casa cuidando da nossa pequena e nos proporciona todo o conforto, mas aquela independência financeira, aquele gostinho de poder participar das despesas do lar é que me faz falta. Minha família também mora em outra cidade, somos só nós 3 aqui, acho que isso pesa um pouco também, me preocupo do voltar a trabalhar e não ter ninguém para contar em uma necessidade. Mas adorei mesmo e que esse blog dure para sempre, é uma delícia poder trocar informações por aqui e as meninas, donas do blog estão de parabéns!!!!! Acho que devemos é ser feliz com o que estamos vivendo.... percebi hoje, ainda mais, o quanto tenho uma ótima oportunidade, de ser mãe em tempo integral.... e o mercado de trabalho que me espere hehehehehe... Mais uma vez muito obrigada meninas

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    • Marilia

    ahhhh e vou ver o blog da Roberta Leal

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    • Viviane

    Marília, acho que a mulher fica dividida e se sente culpada por ter que escolher entre trabalhar e ser mae em tempo integral por toda a pressão que a sociedade coloca no papel da mulher... Não basta ser mãe, vc tem que ser profissional, mãe, amante, amiga, professora, dona de casa e por ai vai...Infelizmente percebo que temos uma inversão de valores, as pessoas acham um absurdo vc parar de trabalhar para cuidar dos filhos...Ser mãe em tempo integral não é fácil, pois exige dedicação, paciência, compromisso e renúncia, pois vc passa a ser responsável por outra pessoa e nem toda mulher esta preparada pra isso...Não quero dizer que não amem seus filhos, mas conseguem ir trabalhar e ficar tranquilas com suas escolhas... Eu optei por ficar com minha filha e não me sinto culpada, principalmente qdo vejo que minha filha é uma criança feliz e tranquila ... As vezes sinto falta da independência financeira, mas sei que isso pode esperar pois não tem dinheiro no mundo capaz de fazer voltar o tempo e ver o desenvolvimento da minha filha... A grande dica é a seguinte: faça o que de deixa feliz e não ligue para o que as pessoas pensam ou falam...

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    • samira

    Adorei o post, e os comentários. Gente, a sociedade hoje julga tudo, se trabalha você é um monstro, se não também falam. Eu penso o seguinte. Não há dinheiro no mundo que paga uma mãe cuidar do filho! bjos

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  7. Antes do Rubão nascer, eu tinha uma vida muito intensa, saia antes da 7 da manhã e voltava após as 21 horas. Quando ele nasceu, tive que deixar um pouco das coisas que fazia. O que sobrou foi meu trabalho público, que mal dava para pagar as contas. Fiquei o tempo todo com o filhote até quase os dois anos dele. Como sou jornalista, e faço Assessoria de Comunicação, nesta fase surgiu a necessidade de escrever para mim mesma como uma catarse. Só que o trabalho no blog cresceu, e como mal dava conta de ficar em casa, comecei a organizar eventso beneficentes. Foram destas ações que estou me reiventando. E acho que me descobrindo. Através do blog, e das entrevistas com outras Motherns descobri que não estou sozinha, e muitas partilham das mesmas angustias, como por exemplo, e agora sobre a possibilidade de um segundo filho? Grande abraço a todas,

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  8. A culpa anda ao lado das mães, pois temos medo de errar, não existe um manual onde a gente possa ler exatamente como fazer. (é uma pena, heheheh). Mas a culpa nos assombra sim, no meu caso sempre quis voltar ao trabalho mas como meu pequeno tem refluxo e custei a descobrir isso, muitas noites de sono passamos acordados, agora já medicado ele ainda acorda muitas vezes durante a noite e imagine como a mamãe aqui fica no outro dia, affffff. Mas consegui um trabalho com um horário diferenciado, assim passo pouco tempo fora de casa e continuo acompanhando o desenvolvimento do meu pequenino agora com um ano e quatro meses. Parabéns ao MMQD pois sempre aborda assuntos muito interessantes!

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    • Tatiana Monte

    CULPA..
    Não importa oque a gente faça, acho que essa sombra da culpa está sempre ali!
    Eu infelizmente e felizmente trabalho desde os quatro meses do Cauê!
    Ou seja, ele está na escolinha desde os quatro meses!
    Nossa, como a culpa me consome...

    Tenho momento de ataque de culpa, choro, fico triste, fico louca...
    Mas na minha situação eu amo muito o que eu faço, e isso me faz ser um ser humano melhor, uma mãe melhor, e também o lado financeiro que é necessário
    Não importa o que a gente faça, mesmo que seja a melhor coisa, sempre queremos mais, queremos o melhor pra eles..ou seja
    CULPA

    É colega.....condições diferentes ..porém a CULPA nos une

    Responder
  9. Sabem que eu não me sinto culpada? Me sinto cobrada, muito cobrada. Como pode uma pessoa com curso superior, uma carreira, uma vocação, deixar tudo de lado e ficar em casa cuidando de filho. Simples, sei escolher minhas prioridades. E nesse momento é a Nina. Eu me sinto bem feliz com essa escolha, do mesmo jeito que um monte de mãe que conheço que trabalha 8, 10 horas por dia. Trabalhar ou deixar de trabalhar por imposição é que mata. Agora que a Nina está com 4 anos eu estou começando a me preparar para voltar ao trabalho. Acho que estamos prontas!

    Responder
    • Neici Silva

    Legal ler as postagens deste blog, fez com que me sentisse melhor...Estou pensando muito em dar uma parada do trabalho para que me sinta mãe, dona de casa e principalmente mulher..pois a quarta atiidade que é a profissional tem me deixado uma pessoa problematica....Tenho uma filha de 5 anos e um filho de 2 e 6 meses e não tenho acompanhado muito suas atividades e quando acompanho é sempre na correria, atrasada e outras. Sinto que preciso parar um pouco e relaxar.

    Responder
    • Claudia Cintra

    Sofri desse mal em 2009, quando minha filha (hoje com 3 anos e 6 meses) estava completando 4 meses e minha licença maternidade estava no fim.
    Chorei, chorei, chorei tanto q passei uma noite em claro.
    Meu marido, minha mãe, cunhadas, sogra, irmã todos sem excessão me aconselharam a voltar...e eu voltei.
    Mas até hoje eu sinto tanta falta de ser mãe integral, tanta coisa que eu não vi, tanta coisa q eu não presenciei.
    Depois de alguns meses eu descobri que minha mãe estava fazendo um diário dos dias que passam com a netinha e todas as vezes q eu leio, eu choro.
    Eu não tomei a decisao certa, eu tomei a decisão que a sociedade julga ser a certa.
    O de ser a mãe super moderna, acordar cedo, se arrumar, por roupa na maquina, tirar o filho da cama, deixar no colegio, entrar no seu super carro e ser uma super profissional...afff
    Sinceramente morro de inveja de mães q conseguem vencer essa dúvida, insegura que nos cerca no final da licença maternidade a de voltar ou não para o trabalho.
    Na minha próxima licença maternidade não volto pro trabalho, pelo menos este q temos q ficar o dia inteiro fora, quero trabalhar em casa.

    Responder
  10. Também deixei de trabalhar com 4 meses de gestação. Primeiro por questões de saúde. E após, de licença sem remuneração. Ainda tenho a carteira assinada, com contrato suspenso, posso retornar, mas a cada dia que passa, minha convicção de não retornar, cresce.
    Não sem a danada da culpa. Fico culpada por deixar o marido responsável pelo orçamento da casa, de não ser mais a mulher bem cuidada e bem vestida que ele conheceu, de não ter mais a segurança que a independência financeira garante...
    Mas por outro lado, tenho o grande privilégio de acompanhar o crescimento da minha pequena de pertinho.
    Hoje me dedico também ao scrapbooking, uma forma alternativa, de ter uma renda sem abrir mão de cuidar da cria, em tempo integral .

    http://verdadesdemae,blogspot.com
    http://feitocomcarinhodemae.blogspot.com

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    • Ana Cristina

    Haaa.... com certezaaa..... ooo vida essa nossa hein meninas? Me culpo por deixar meu marido assumir todas as contas de casa sozinho, mas tambem me odiaria sabendo que nao estaria presente na vida do Pedro nos meses mais importantes da vidinha dele... ou seja.... é uma faca de dois "legumes"

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    • Ana Paula

    Eu estou em uma situação parecida,nunca trabalhei,e agora tenho uma filha que esta com 2 anos e eu preciso trabalhar para ajudar meu marido,até porque estamos pagando a nossa casa e só ele trabalhando fica pesado,mas cada vez que penso em ir trabalhar meu coração fica partido de ter que deixar ela na creche,memso que eles cuidem,mas não é como agente mãe,e pra piorar ela tem um problema nas pernas,luxação congenita no quadril,e o medo aumenta mais,ela precisa de cuidado,mais do que outra criança,e isso me consome por dentro,a duvida,a angustia de ir trabalhar e deixar ela.Até quem puder me ajudar q conhece algum serviço que eu possa fazer em casa,me mandei no meu email,se eu conseguisse um serviço pra trabalhar em casa,e poder cuidae dela ao mesmo tempo será ótimo,me ajudar muito,me ajudem....e gostaria de deixar aki tamb,pra quem conhecer ou ter alguem na familia que tenha luxação no quadril que me escreva no meu email,para que eu possa saber de outras pessoa como é a vida adulta de quem tem esse problema..agradeço bjoss

    Responder
    • Alessandra Almeida

    Foi muito bom para mim ler os comentarios,embora tenha chorado o tempo todo,meu bebe esta com 3 meses e a licença esta chegando ao fim e o fantasma que me assombra ñ é a culpa "ainda" é a dúvida eu ñ sei oque fazer qual decisão tomar odeio esta incerteza pois fico muito afetada pelos conselhos de todos cada um fala uma coisa e eu to ficando louca minha sogra minha irã e outros ja afirmaram que devo voltar meu marido ñ toca no assunto mas sinto que ele morre de medo que eu decida ñ voltar minha mãe coitada me apoia em qualquer das deciçoes e eu...eu ñ sei estou desesperada tenho medo de parar de trabalhar e perder a identidade ñ ajudar mas com as despesas ficar estressada e amargurada entre outras coisas por outro lado ñ me cinto segura em deixar meu bebe de menos de 1 ano na creche ñ confio na creche próximo a minha casa sei o que sofri pois tenho uma filha de 8 anos que deixei com terceiros para estudar e trabalhar e parece que ela é minha irmã e ñ minha filha estou conhecendo ela melhor e cuidando melhor dela e da casa agora pois estou de licença maternidade,ñ sei sinto vontade de gritar como o tempo todo e ñ tenho mas unha .
    beijos obrigado pela chance do desabafo

    Responder
    • Márcia Soares

    Minha vida se resume atualmente em cuidar da minha filha de 2 anos e 3 meses e cuidar da casa, também sou nutrcionista e deixei tudo de lado por ela mas não me arrependo mas sinto o peso da cobrança nas minhas costas... por todos os lados as pessoas criticam a minha desistência da carreira sem entender que eu não desisti e sim dei um tempo até me achar preparada para voltar, além disso não tenho apoio do meu marido que me cobra toda semana para voltar a ajudar nas despesas de casa, que claro aumentaram com a chegada da filha que dá para se manter com alguns cortes desnecessários e é uma luta diária de discussões... mas ver ela crescendo linda e cheia de saúde e acompanhar cada evolução me dá energia para superar as criticas...ando mesmo é tentando achar alguma coisa meio turno mas é dificil e nem sei na verdade se quero ainda. penso que as vezes que sou eu a dependente dela e não ela de mim e sei que isso não faz bem pra ela...enfim peço a Deus coragem para saber cortar o cordão mais uma vez...bjs fiquem com Deus!

    Responder
    • regiane

    TENHO UMA FILHA DE 2 ANOS E 6 MESES, E MINHA IRMÃ SEMPRE CUIDOU DELA PRA QUE EU PUDECEE TRABALHAR, MAS AGORA ELA NÃO PODE MAIS CUIDAR, E ISSO TA FAZENDO EU FICAR PREOCULPADA, POIS NÃO CONFIO EM CRECHES E NEM EM OUTRA PESSOA.
    EU ACHO QUE VOU TER QUE DEIXAR DE TRBALHAR, MAS TENHO 37 ANOS, E ME PERGUNTO, DAQUI A 3 ANOS QUANDO ELA TIVER COM 5 ANOS, FICA MELHOR, MAS VOU ESTÁ FORA MUITO TEMPO DO MERCADO DE TRABALHO, E AI? TO PASSANDO UMA CRISE MENTAL HORRIVEL...

    Responder
    • Caroline

    Mães, eu tb me sinto péssima, muito culpada, sempre trabalhei, sou formada em Pedagogia, lecionei durante 10 anos e tive meu primeiro filho e deixei ele na creche com 4 meses pra retomar as atividades e a experiência não foi muito boa. Então quando engravidei da segunda, resolvi pedir demissão assim que acabou minha licensa maternidade e continuo até hoje em casa cuidando deles. Hoje tenho tempo de estar verdadeirametne com eles, cuidar da casa. Meu filho mudou muito no comportamento, pois ele era muito agressivo, pude acompanhar cada desenvolvimento da minha pequena que esta hj com 2 anos e do meu filho que esta com 5, ora me arrependo, ora não.
    Gosto de ser Mãe, de estar em casa, de ser mulher do lar, porém as vezes bate um sentimento de inútil, como pode uma pessoa graduada em casa? Um sentimento de que nunca mais conseguirei retornar as escolas, que não conseguirei mais emprego, são tantos sentimentos que estou ate com inicio de depressão. Porém agora auto medicada, acho que vou querer ser mãe e do lar assim como foi minha mãe.
    Até quando não sei, mas por enquanto é isso que optei pra minha familia rs e meu mairdo me apoia e muito, ele prefere que eu fique com nossos filhos do que tercerizar esta responsabilidade a outra pessoa.
    Se a gente parar pra pensar pq o mundo atual esta como está, muito tem a ver com a falta de laços familiares, falta de amor, vinculos familiares.
    Então vamos repensar no papel de mãe e da sua importância na vida de nossos filhos.

    Responder
    • Bianca

    Tenho um bebe de 3 meses que infelizmente sofre de refluxo,ele ficou internado durante 1 semana,já engasgo umas 4 vezes e só tenho mais um mês para ficar com ele e estou com uma mega duvida volto ou não a trabalhar pois fiquei sabendo que assim que voltar vou ser promovida,meu marido não recebe aquelas coisas dá para quebrar um galho e ainda pagando aluguel vixi.Eu sou uma mãe que se for possivel dou o mundo para ele as melhores roupinhas,brinquedos tudo e se eu não voltar a trabalhar não vou poder mais dar essas coisas,e tenho muito medo de deixar ele com outra pessoa por causa do probleminha dele,até quando ele esta com o meu marido eu tenho medo,todo lugar que eu vou levo ele,lavar roupa,limpar casa tudo é no carrinho ou bebe conforto.
    Estou com uma enorme duvida gente me ajuddddd socorrooooooooooooo.........já estou dias sem dormir pensando oq fazer deixar meu bebe com apenas 4 meses.

    Responder
    • Karoline Teixeira

    Oi, hoje tenho um filho o wictor estar com 1 ano e 5 meses, mas a vontade de ficar em casa com ele não diminui ao contrário so aumenta, quando volto ao trabalho nas segundas-feiras é um sofrimento, penso muito em parar de trabalhar mas o nosso orçamento em casa vai ficar muito apertado.Não sei o que fazer ando triste sem poder ficar com o meu filho.

    Responder
    • Pamela Menis

    Gente tbm estou nesse pesadelo...O Pedro ja tem 2 anos e 3 meses e eu não consigo colocar ele o dia inteiro na escolinha...quero voltar a trabalhar mais não queria ficar longe dele...alguem ai tem uma dica para me dar...como posso trabalhar em casa???

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    • paloma

    Amei os comentarios,bem apropriados pra quem axa que esta nesta luta sozinha.Tenho um menino de 2 anos,me dedico apenas a ele e meu marido.Tenho vontade imensa de retomar minha vida pois sinto que fico triste por as vezes axar que perdi minha identidade e que a vida de todos esta normal menos a minha,porem não tenho coragem de deixar um ser inocente que mal aprendeu a se comunicar nas maos de estranhos...E familia com a familia longe dificulta bastante pra poder ate fazer um curso,enfim ainda n vi solução...

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    • Tatiane de Lima

    Nossaaaaa.... Estou passando pelo mesmo problema que todas vcssss!!! Parei de trabalhar 3 meses antes de engravidar. Na verdade, eu parei para me mudar para outra cidade, estava procurando casa, já havia feito entrevistas de emprego, estava fazendo minha 2º faculdade, quando de repente... POSITIVO!!! Mas eu fiquei muito feliz, queria muito ser mãe, amoooo ser mãe e amo incondicionalmente me Nicolas, mas sinto que preciso voltar a trabalhar. Também passo noites sem dormir pensando em algo para fazer em casa, mas o Nicolas não me deixa fazer nada, ainda mais agora que ele está querendo andar ( está com 9 meses ). Comecei a mexer com artesanto, mas acho que isso tb não será viável, pq só posso trabalhar depois que ele dorme, isto é, de madrugada...rsrsrs... E eu preciso dormir tb, neh? Meu marido fala que quer que eu fique em casa, mas esses tempos andou mandando umas indiretas bem diretas do tipo: Vc quer mais dinheiro? Vc que vai se virar... Prestar concurso, trabalhar com artesanato, etc! Acreditam? Só pq eu estava o incentivando a voltar a estudar para que pudesse melhorar e tal... Nossa, fiquei tão triste!!!
    E sem trabalhar tb me sinto uma inútil... Ás vezes acho que estou em depressão! Estava acostumada a comprar as roupas e sapatos que eu queria, a comprar maquiagens, cremes, etc... Hoje em dia não faço nada disso pq tenho que pedir dinheiro pra marido!!! Baita humilhaçãooooo!!!
    Mas apesar de tudo isso, meu coração fica pequenininho só de pensar em deixar meu quiquito com outras pessoas. Ai meu Deus! Dúvida cruel que nos consome!!!!

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  11. Gente que delícia ver que depois de meses ainda tem gente lendo e deixando suas declarações aqui no meu tema. Posso falar que foi muito útil ter desabafado com vcs, depois disso consegui encarar melhor a minha situação, são quase raras as crises de culpa por não trabalhar, minimas mesmo. Depois de ler todos os comentários das mães eu pude perceber que o fato de estar em casa é maravilhoso e que eu faço diferença na sociedade, sou uma mãe dedicada a minha filha, sou uma esposa preocupada com meu marido e uma administradora do lar, tenho muitos a fazeres e parei de me colocar como coitadinha e cai na real que ficando em casa faço tanto quanto, e muitas vezes mais que as mães que trabalham fora. A Tatiana comentou a cima sobre a vontade de ter mais dinheiro para comprar suas coisas, isso pesa muito, mas quando optamos por essa vida temos que arcar com isso mesmo, e o seu marido deveria te agradecer por ter tomado essa decisão tão difícil na sua vida que é mudar totalmente para que seu filho e seu marido tenham uma vida mais confortável. Outro dia uma amiga me falou que em casa ela e o marido dividem as contas, cada um paga uma coisa, pois os dois trabalham, e eu comentei com ela que aqui em casa também dividimos as contas eu pago a empregada, a escola da minha filha, a babá, as marmitas semanais e a algumas coisinhas mais, pois se eu estivesse trabalhando fora todos esses serviços teriam que ser terceirizados, então veja como trabalhamos bastante.

    um grande abraço

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      • gilcéia

      Amei essa história de divisão de contas, me senti toda toda rsrsrsr é verdade, pago a marmita, a faxina, a explicadora, o jardineiro, e ainda economizo em mercado, como contribuo em casa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  12. Realmente,ganhar dinheiro trabalhando em casa é o sonho de muitas pessoas,mas não basta ter o sonho tem que agir,como se estivesse trabalhando fora de casa,para que os resultados chegam.A internet oferece esta oportunidade,mas tem que se empenhar!

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    • ISABELA

    EU SEMPRE TRABALHEI E MORAVA SOZINHA DESDE OS DEZOITO ANOS...AOS VINTE E OITO ME CASEI E LOGO ENGRAVIDEI, TINHA UM EMPREGO BOM QUE DAVA PRA MANTER MINHAS DESPESAS, MAS LOGO QUE FIQUEI GRAVIDA FUI MANDADA EMBORA, ENTÃO PASSEI MINHA GRAVIDEZ TODA EM CASA, HOJE MINHA PRINCESA ESTÁ COM DOIS ANINHOS E AINDA NÃO VOLTEI A TRABALHAR FORA, LEVEI O MEU CHEFE NA JUSTIÇA MAS O PROCESSO DEMOROU MAIS DE 1 ANO E MEIO ASSIM QUE RECEBI A INDENIZAÇÃO COMEÇEI A TRABALHAR EM CASA, MAS O QUE MUITA GENTE NÃO FALOU É QUE AS VEZES OS MARIDOS NO MEU CASO O MEU NÃO ME AJUDA EM NADA, NÃO TENHO O APOIO DE NINGUEM E MESMO ASSIM AGRADEÇO A DEUS POR ESTAR CONSEGUINDO CUIDAR DA MINHA PEQUENUCHA SOZINHA É MARAVILHOSO.

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    • Samanta

    Também sou nutricionista e no momento estou parada.
    Estou aguardando a chegada da minha princesa e me sinto super bem com isso.
    E quando ela chegar, não vou voltar a trabalhar até eu sentir que é o momento. Nada paga o prazer de estar com o filho amado. Vejo muitos casos em que a mulher não precisa trabalhar, mas querem voltar ao mercado de qualquer maneira. Que obsessão é essa?! Outras, ocupam seus filhos o dia inteiro só para não terem o "trabalho" de ser mãe. A indiferença na família reflete na sociedade.
    Não foi fácil aceitar minha condição no inicio, formada e em casa, mas aprendi a ter prazer nisso, ter prazer nas coisas simples da vida, isso sim é o meu tesouro. Esse mundo capitalista e egoísta quer nos deixar loucas!

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      • paula

      disse tudo vc,eu n coloco minha filha na creche só qnd trabalhar,faço questão de cuidar dela,ela ta com 2 anos e 8 meses e eu pretendo trabalhar ano q vem aí sim eu coloco fora isso não! eu só quero trabalhar pq quero ajudar meu maridocom as despezas,mais tbm só vou pq minha filha é muito esperta,ela vai estar com 3 anos e pertinho da minha casa do serviço q pretendo ir etc..quero sempre estar perto da minha filha sempre,ñ gosto de julgar mais eu ñ consigo entender como tem mãe q coloca o filho(a) na creche p fica em casa,por mim eu nem colocava,mais faze oq ñ tenho ninguem pra olhar ela,meus parentes moram tudo distante

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        • Luma

        Não se deve julgar mesmo, afinal não sabemos da vida dos demais. No meu caso, coloquei minha menina de 2 anos na creche, antes de começar a trabalhar, primeiro por que ela não convivia com outras crianças, aqui onde moro os vizinhos não ficam de bate-papo nas portas das casa, as crianças não brincam na rua e não tenho parente/amigos com filhos pequenos próximos, ou seja era somente eu e minha filha. Logo nas primeiras semanas o desenvolvimento dela deu um salto, ela desenvolveu muito a fala, coordenação motora e interatividade devido a convivência. Antes qndo eu passeava com ela, me dava dó do fascínio dela por crianças. Percebi eu somente não estava bastando para ela, ela queria mais. Durante esse período aproveitei para me reciclar profissionalmente e pessoalmente, pois tinha deixado muita coisa de lado, inclusive a vaidade. E tbm pude fazer entrevista de trabalho.

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    • Juliana Nascimemto

    Gnt, estou morrendo de chorar, eu queria muito ficar em casa com o meu pequeno, no dia 15/07 volto a trabalhar e não poderei ficar em casa, preciso ajudar o meu esposo....enfim, as mamães que podem ficar em casa com os seus filhinhos agradeçam a Deus, não sinta culpa, é muito importante para eles a cia de vcs, depois vcs voltam a trabalhar, mas com a consciência tranquila por ter acompanhado o desenvolvimento dos pequeninos....Ter todo dia o sorriso do seu bem maior!!! Beijocas para vcs e aproveitem cada minuto com eles!!!

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  13. Pois é estou vivendo exatamente isso, dia 24/07/2013 acaba minha licenca mater nidade, estou com muita duvida voltar ou não, minha bb estara com 4mesese

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    • Lucrecia chiminazzo

    Eu adorei tudo oque disseram,eu estou em casa à seis anos,desde o nascimento da minha filha Isabele, agora estou sentindo culpa por estar sem trabalho,perdi a cabeça e estou comprando muito, mesmo sem dinheiro, estou prejudicando meu marido financeiramente, estou me sentindo inútil,falida sem rumo e com dívidas. Preciso de ajuda!

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      • keudma Costa

      Lucrecia, sei o que vc está passando...Estou na mesma situação...Faz 1 ano e 4 meses que deixei meu emprego, me sinto inútil, tenho vergonha de dizer que sou apenas mãe e dona de casa...Tbm gastei o que não podia, como forma de preencher o vazio em mim...Estou buscando Cristo, me voltei mais para igreja católica, e estou encontrando respostas para minhas angústias e forças para resolver meus problemas...Busque a Deus, ele dará as respostas que vc procura...
      Bjo!

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    • andreia

    gente estou nessa luta tbm, minha filha tem 3 anos e não consigo trabalhar esses dias resolvi ir atras de emprego e no mesmo dia consegui como atendente de panificadora das 1:00 as 8:00 da noite , procurei escolinhas ,mas devido o horario não consegui coloca la na escolinha então fui atras de outros meios encontrei uma casa que cuida tbm de crianças tinha umas 5 tias la pra cuidar de todos, mas quando chegou o dia de ir desisti uma angustia no meu peito me tomou e acabei desistindo do emprego.Hoje fui chamada pra fazer uma entrevista para trabalhar em uma empresa tercerizada e voltou toda preocupação de novo, o que vou fazer ? preciso trabalhar só o salario do meu marido não esta dando pra se manter,passei essa noite em claras estou com os meus olhos queimando de sono mas não consigo, já até comprei um calmante pra relaxar a noite o que eu faço ? me ajudem.

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  14. Achei interessante sim esse post!

    Vejo que não só as mães como qualquer outra pessoas que trabalha em casa é um pouco mal vista pela sociedade.

    Acho que isso pode ser uma espécie de INVEJA afinal , quem não queria ter uma vida como essa de não precisa acordar cedo , pegar trânsito , não ter patrão te pertubando e etc...?

    Abraços!

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    • Mariana

    Andréia,
    Eu entendo a sua dificuldade de conseguir voltar a trabalhar.
    Quando o meu pequeno completou 2 meses precisei voltar a trabalhar e não tinha alternativa, precisava do R$ para nos manter e também a minha carreira seria muito prejudicada se eu parasse e neste caso, retomar a minha carreira depois seria voltar do zero, enfim, quando engravidei já sabia da situação.
    Foi muito difícil esse retorno e ainda hoje, que ele está com 7 meses, sofro muito todos os dias pela manhã quando o deixo na escolinha.
    Me sinto culpada todos os dias sem exceção e choro todos os dias também, nos momentos que fico com ele me dedico 100%, brinco, conto histórias, danço, canto e vejo que ele se diverte muito. Eu faço questão de preparar as comidas todas, dar o banho, colocar para dormir. Tenho certeza que ele sente esse carinho.
    Se você precisa trabalhar, mostre a ela que você estará presente, também.
    Pense pelo lado que para ela será bom interagir com outras pessoas, dividir momentos diferentes e saber que você vai voltar.
    Escrevi a minha história para você saber que mesmo com o sofrimento, conseguimos ser boas mamães e que nem sempre vamos conseguir fazer somente do jeito que queremos, quando a necessidade falar mais alto teremos que atende-la e nem por isso estaremos prejudicando os pequenos, será apenas uma mudança.
    Abs,

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    • acabei de ler os seus comentários, e me identifiquei muito com a sua história. Hoje particularmente estou muito triste por ter que deixar meu filho na escola, mas também no meu caso a necessidade fala mais alto. Ele vai na escola desde os 7 meses e hoje está com 2 anos e tres meses. Também faço como você, aproveito todos os momentos que dispomos para poder brincar, educar, curtir... Minha carreira também seria muito prejudicada se eu parasse de trabalhar (sou concursada - fruto de muito esforço. Mas no fundo sofro muito porque a maior vontade era poder largar tudo e me dedicar a maternidade, penso que estou perdendo uma fase da vidinha dele que não volta mais - os doces primeiros anos da infância... e ao mesmo tempo, se eu parar de trabalhar, perco um emprego q sofri pra conquistar e o orçamento fica comprometido porque o ordenado do marido seria insuficiente para nos manter bem. Mil beijinhos pra você e seu filhote

      Responder
    • Roberta

    Meu filho tem 2 anos e 1 mês, parei de trabalhar pra ficar com ele, voltei quando ele tinha 1 ano e meio, e agora to gravida de novo. Estou em uma empresa ótima, mas quero estudar e me sinto perdida. Meu primeiro filho fica na creche e que confio muito por sinal, isso ajuda, mas não queria colocar esse que estou esperando. To pensando em largar o emprego e só estudar, pelo menos fico com eles e não paro totalmente no tempo. Muitas duvidas me atormentam! Muito bom o blog! Bjs

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    • Roberta

    Ah, esqueci de comentar que no começo sofri muito em colocar ele na creche, lembro que meu primeiro dia de trabalho eu só chorava, eu saia do laboratório (trabalho com química) pra chorar, achei que ia morrer de depressão, e eu pegava a tarde, levava ele 13h e meu marido pegava 19h. Quando ele chegava meu marido me ligava pra gente se falar e era ele chamando mamãe e eu soluçando, parecia que meu coração ia parar, horrível, mas durou uma semana depois veio a fase da aceitação, mesmo ainda saudosa, e depois tudo se ajeitou. Não é um bicho de 7 cabeças, dá pra suportar, ele ta há 7 meses na creche, as tias adoram ele e ele ama os amiguinhos e as tias, e continua super agarrado comigo. Meu problema maior (como disse no posto de cima) é que quero fazer minha facul (só tenho o técnico), e saio de casa as 5:30h e so chego as 18:30h e se começar a facul só chegarei depois das 22h, e agora com 2 (comentei que estava gravida), ou seja, não suportarei, pois ficarei totalmente ausente, terei que tomar uma decisão e acabarei optando por só estudar. Bjss

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    • Camila Jales

    Olá!!

    Eu sou nutricionista e tenho um bb lindo de 1 ano e 7 meses, quando ele estava com 5 meses comecei a trabalhar, meu leite secou rapidinho e vivia em conflito mim sentia a pior mãe do mundo. Desisti do emprego e fiquei em casa com ele, quando ele completou 1 ano voltei a trabalhar e realmente é muito complicado conciliar casa, família e trabalho, ainda mas como eu, que não tem um parente perto para dar uma ajuda, é apenas eu e meu marido. Então mais uma vez escolhi ficar com meu amor em casa e dessa vez não vou voltar a trabalhar, vou deixar ele completar os 3 aninhos, porque a partir daí ele vai ficar indo para escola mesmo.

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    • paula

    poxa eu estou assim nesse momento,é dificil tenho uma filha de 2 anos,sou casada e penso a msm coisa ,me sinto as vzs dividida pq sempre trabalhei desde os meus 16 anos, hj com 24 ñ me sinto bem em casa, porem tenho minha filha e acho essencial o convivio com a mãe,sei lá as vzs nem sei oq pensar né,sou privilegiada por ter tido a oportunidade de ser mãe,sou muito feliz por isso,mais as vzs eu me sinto dividida ñ posso fingir,mais estou criando forças pra esperar ela vai crescer e tudo vai ficar bem vou me sentir realizada em todos os sentidos,eu coloco sempre isso na minha cabeça:o importante é q minha filha tem muita saude e ñ ta faltando nada pra ela,isso q importa !

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    • Carla

    Olá meninas, hoje me deparei com todos esses comentários em meio a minha angústia, a minha pequena está com 1 ano e 9 meses e recém agora estou tentando voltar a trabalhar digo tentando porque faz apenas 15 dias que estou trabalhando e tenho a sensação de que meu mundo vai desabar e se acabar de tanta falta que eu estou sentindo da minha maternidade 24 hs, claro que as vezes se tornava cansativo a função, casa, marido, filha, arruma, lava, cozinha, estende roupa, recolhe, dobra, guarda... enfim tudo isso as vezes parecia que ia me enlouquecer mas qdo eu olhava ao meu redor e via a minha pequena ali comigo tudo recompensava, agora estou aqui tentabndo e perdida sem saber o que fazer...

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    • gleiciane

    ola meninas como eu sofro com isso tenho um filho de dois anos e meio e trabalho tres dias como educadora, consigo pagar a escolinha tres dias e tenho um dinheiro extra pra casa, mas a coisa esta dificil vejo minhas amigas que ganharam nenem atuando no mercado de trabalho naturalmente mas eu nao consigo,nao dou conta ja trabalhei deixei meu filho com dez meses com a minha mae trabalhei dez meses e nao aguentei, aora apareceu um trabalho de segunda a sexta que eu ganho quatro vezes mais mas nao imagino deixar meu filho na escolinha ate sabado me sinto inultiu e meu marido ganha bem, nao sei o que eu façooo.

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  15. Bom dia....

    Estou eu aqui lendo algumas coisas, mas procurando na verdade ajuda, pois me sinto muito triste e discriminada por não estar trabalhando. Mas meu problema vai um pouco mais além por que sempre trabalhei com ramos digamos "paliativos" nunca em uma área que eu gostasse.... sempre como atendente, vendedora, auxiliar administrativo e depois muito tempo em departamento financeiro, mas nunca consegui ser boa no que fazia.... não sei o que acontece comigo. Comecei a fazer faculdade de Engenharia da computação mas não dei conta de terminar nem pelo valor nem pela vontade e capacidade de terminar um curso desse, então fiz vestibular para análise de sistemas e comecei o curso, já indo para o último ano decidi mudar para Produção multimídia que terminei em 2008 e já no último ano decidi largar o financeiro de uma loja da ford para entrar em uma agencia de publicidade na qual faria o financeiro tbm, no entanto era dentro de uma agencia q tinha alguma coisa a ver com a minha profissão. aprendi algumas coisas legais lá que me ajudaram a entender um pouco mais as coisas dessa área, mas nada muito substancial. Então conheci o homem da minha vida (em outro post conto esta história que é maravilhosa) e nos conhecemos em outubro de 2009 noivamos em fevereiro de 2010 (mês em que fui demitida), nos casamos em outubro de 2010 e em julho de 2011 tive a minha linda filha, e desde então não trabalhei mais em uma empresa fora, só na nossa empresa a GHM Produções - http://www.ghmproducoes.com. (A GHM Produções está no mercado desde janeiro de 2010 e atende o mercado campo-grandense e outros estados prestando serviços como consultoria de comunicação, assessoria de imprensa, clipping, produção e edição de conteúdo jornalístico, desenvolvimento de projetos gráficos personalizados e multimídia, marketing digital, cerimonial e músicos para casamentos, formaturas e festa de debutantes), cantar em casamentos me faz muito bem, mas não tenho uma frequência que possamos dizer "nossa que legal". Meu marido sempre diz que acredita muito no meu potencial mas eu não consigo acreditar nesse potencial que ele vê em mim... resumindo tudo... tenho 34 anos e não me sinto uma profissional e isso me mata....

    Bjs

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    • Isabela

    Meninas, acho que vocês não deveriam se sentir culpada e sim PRIVILEGIADAS.
    Já pararam para pensar quantas mamães não tem a opção de escolher ficar com seus pequenos?
    Quantas mamães que tem que ajudar o marido a pagar as contas?
    Se você tem a oportunidade de ficar em casa cuidando dessa vidinha que você esperou longo 9 meses para que viesse ao mundo, e que é tão dependente .. Aproveite!!! E não liguem para o que os outros dizem ou pensam, você nunca conseguirá agradar a todos.
    Curtam seus pimpolhinhos e sejam felizes para que eles possam ser felizes também.

    Responder
    • Dani

    Sou totalmente a favor de voce ficar sim cuidando da sua filha! Acho que voce deve fazer o que traz paz para o seu coraçao! E o mundo te cobra tudo mais nao te oferece nada! O tempo e a educaçao do seu filho sao para a vida toda e Isso dinheiro nenhum no mundo pode pagar! Se voce tem condiçoes cuide e priorize sua familia! Nem todas tem condiçoes, infelizmente, pois cuidar dos nossos pequenos é maravilhoso!! Que voce possa aproveitar esses momentos pois passa tao rapido e nao da pra voltar atras!!!

    Abraço a tds mamaes que cuidao dos seus babys!!

    Responder
    • Cintia

    Olá mães e mulheres guerreiras.
    Sou professora concursada e quando a Bianca tinha 6 meses fui chamada para um outro concurso, então fui trabalhar. Trabalhava dois dias (manha e tarde) e dois dias (só tarde). Ela ficava com minha mãe e minha sogra. No final do ano fui chamada para um outro concurso e tive que exonerar algum. Na hora pensei no maior valor de salario, mas depois me arrependi porque poderia ter escolhido aquele me deixaria mais tempo em casa ( ex: trabalharia só dois dias inteiros). Esse ano ainda a Bianca fica com as avós. Eu revezo com as duas avós porque tenho muito ciúme e não quero que ela fique sempre com minha sogra. Tenho medo dela se esquecer que eu sou a mãe.
    Até o momento fico atormentada com essa escolha do trabalho. Como gostaria de ficar mais tempo com minha filha. Sei que tem muitas mães que queriam ter as avós por perto para cuidar de seus filhos. Eu queria colocar ela numa creche (pelo menos meio período). Não quero que ninguem fique mais tempo com ela do que eu.
    Será que estou sendo egoísta, imatura?
    Me ajudem. Será que a minha decisão foi correta? Penso em fazer outro concurso para diminuir o tempo de serviço. Sinto raiva de mim só de pensar que tive opções em minhas mãos mas escolhi a errada.
    Abraços
    Cintia

    Responder
      • Bárbara Virmond

      Cintia, acredito que vc pode se reposicionar com relação a isso tudo. Primeiro: sua filha não vai "trocar" vc por ninguém nesse mundo. Ela pode ficar o tempo q for em creches ou com familiares e vc SEMPRE será a mãezona dela. E não fique com raiva de vc, a vida é feita de escolhas (e isso não é só uma frase bonitinha, é verdade). Nossas escolhas fazem nosso dia dia. Podemos acertar mais ou acertar menos.... mas não estaremos errando completamente.
      Eu tenho uma filha de 2 anos e 3 meses e tb tenho outra com 3 meses de idade. Com a primeira filha já experimentei creche aos 6 meses (quanto tive q voltar ao trabalho) e foi onde ela ficou super doente pois as crianças tem baixa imunidade e isso é natural. Então arrumei alguem pra cuidar dela em casa por outros 7 meses. Resultado: não era bem cuidada. De volta pra creche, agora com mais imunidade percebemos que o desenvolvimento dela foi muito grande, tando no comportamento quanto na fala. E nem por isso deixou de pegar tosses e gripões. Mas havia mais pontos positivos do que negativos.

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  16. Adorei o post! Parabéns
    Fica difícil mesmo para quem é mãe de filhos pequenos trabalhar fora.
    Gostaria que vocês conhecessem a FR Promotora. Uma empresa do Rio de Janeiro que atua com soluções financeiras e nos possibilita ganhar dinheiro em divulgar sua imagem pela internet, Não precisa vender nada, apenas divulgar.
    Você mesma faz os próprios horários, e decide o quanto vai querer ganhar, ela nos ensina passo a passo o trabalho a ser realizado, cabe a nós mesmas saber aproveitar.
    Segue o link para mais informações
    http://www.frpromotora.com/emiliasandei5000271

    meu e-mail: emisandei5000271

    Responder
    • Cleber Sanches

    OI pessoal
    muito interessante ,o tema em discuçao ,eu e minha esposa passamos pelo mesmo dilema trabalho ou filho??
    mas conseguimos conciliar os dois,o trabalho pela internet e meu filho.
    hoje eu e minha esposa somos promotores digitais de uma empresa digital
    ela se chama FRpromotora no mercado a mais de 15 anos.
    nao acreditava em ganhos pela internet ,entao por indicaçao de um amigo hoje consigo sustentar minha familia!!
    pessoal vou deixar meus contatos para eventuais duvidas

    email- sanchesfr@bol.com.br
    link-http://www.frpromotora.com/clebersanches993219

    Responder
    • Marta

    Trabalhei numa grande empresa durante 21 anos, fui mãe aos 42 anos minha filha tem 4 anos e ficou na creche em horário integral desde os 4 meses a +- 1 ano deixei de trabalhar e hoje cuido dela e da casa com muito amor. Não me arrependo e a coisa mais chata nessa mudança é o incomodo das pessoas ao redor que não valorizam o trabalho de dona de casa e não entendem a vontade da mulher em ter o prazer de cuidar dos filhos e do lar.

    Responder
    • janaína

    Oi gente amei este post !Saí do meu trabalho para cuidar do meu filho, sou casada a
    10 anos e fui mãe só aos 38 anos, procurando por creches descobri como são caras! Decidi ficar com o meu filho em casa...Demorei tanto para tê-lo, amei ser mãe apesar de todo o trabalho rsrsrs , mas não tem um dia que eu não pense em voltar a trabalhar me sinto mal sei lá.

    Responder
    • Taty

    Olá, pessoal,
    Estou passando pelo mesmo dilema. Tenho uma filha de 2 anos e dois meses. Voltei a trabalhar quando ela tina 6 meses, ela ficou 2 meses com minha irmã, depois até ela fazer 1 ano tirei ferias. De 1 ano até 2 anos, uma tia minha cuidou dela, só que este mês o meu tio marido dela faleceu de maneira repentina, uma morte o qual estamos inconformados e minha tia se mudou para uma cidade vizinha. Tirei um mês que ainda tinha de ferias, e só neste mês já experimentei 3 babás, nenhuma deu certo, na minha cidade só tem uma creche publica que não tem vaga, e a única escolinha particular é meio período e trabalho 8 horas/ dias. Sou funcionária publica e prezo meu trabalho não pelo salário, pois ele é não faria nenhuma falta nos gastos essenciais da minha casa, mas prezo pela estabilidade. Mas não tenho saída vou ter que me afastar do trabalho, me dói muito fazer isso porque faz 10 anos que trabalho e foi muito difícil consegui-lo. Mas a prioridade agora é minha filha, só pretendo voltar a trabalhar quando ela tiver na escolinha na idade exigida por lei. Deus me dará muita força para tomar essa decisão e no fundo no fundo sei que vai ser melhor para minha filha. Vou pensar no hoje, amanhã se ainda estiver por aqui vou ver o que faço. O ser humano tem muito disso de pensar lá na frente e esquecer o hoje, o hoje é mais importante. Ninguém morre por não trabalhar a não ser de fome. Temos que nos acostumar a viver com menos, se vive do mesmo jeito. Conheço inúmeras mães que não trabalham e não sentem culpa por isso, passam perto do meu trabalho pela manhã passeando com seus filhos descompromissadas de horário e sem pressão e vivem do mesmo jeito que eu. Temos que colocar no lugar as nossas prioridades que foram invertidas ao longo dos tempos. A mulher deve trabalhar sim, mas tudo tem o tempo certo. Antigamente os homens trabalhavam fora e as mulheres ficavam em casa cuidado dos filhos, se criavam 8, 10 filhos, que em sua maioria respeitavam os pais, os mais velhos, as leis da sociedade. Hoje os filhos são em menor quantidade, e não estamos conseguindo dar a mesma educação, as crianças no geral, desrespeitam pais, adultos no geral, estão mais sem limites; e então eu fico me perguntando será que não é essa falta do papel da atenção da mãe integralmente, nem que seja durante algum determinado período da infância?

    Responder
    • Andrea

    Meninas,
    estava lendo os comentários de vcs e percebi que a maioria estão com recém nascidos ou com crianças até 3 anos.
    Tenho 2 meninos, um com 10 anos e outro com 5 anos, e continuo até hoje com essa dúvida cruel: trabalhar ou dar assistência total à eles!
    Conforme vão crescendo, a situação vai modificando e, acredito eu, precisam ainda mais de nós mães. Agora começam aulas extras, como musicalização, idiomas ou Kumon...; além de interferências sociais das amizades... enfim, queremos cada vez mais direcionar e aumentar o leque de oportunidades para estas bênçãos que Deus nos confiou!
    Para me realizar profissionalmente, trabalho como autônoma em casa; aceitando a instabilidade de remuneração, mas certa de que, perante Jesus, estive presente, participei, cumpri e me realizei com a missão de ser MÃE.
    Beijinho, que Jesus as oriente!

    Responder
    • nise

    passei por muitos problemas quando tive meu filho mais velho e comecei a trabalhar deixando ele em casa com babás,no ultimo episodio na época ele se acidentou com um prego no ouvido,por sorte nada grave,resolvi então não trabalhar e me dedicar a ele e minha casa, sempre gostei de cuidar da minha casa,enfeitar,fazer artesanatos para decorar me sentia feliz e completa mas sempre aquelas cobranças da sociedade mesmo que veladas me magoavam,mesmo assim fui transpondo tudo, pra mim minha familia era mais importante que tudo, tive mais dois bebês lindos;meu marido na época tinha uma personalidade muito dificil, e eu era jovem, imatura ,mas enfrentei todas as dificuldades mesmo morando longe de minha mãe e meus parentes,não foi ou ainda é facil pois eles ,meus tres rapazes, sempre estão em fases que requerem muito amor,dedicação e atençao. amo meus filhos e tenho cada dia mais certeza que sempre vale a pena ter o carinho,gratidão e admiração deles,mesmo quando, ainda até hoje, algum desavisado acha que por ser dona de casa não faço nada...

    Responder
    • Thais Lins

    Meninas desde que engravidei fiquei dividida, entre trabalho e filho, por fim mudei de cidade e aqui ñ conheço nada e ninguem as escolas mesmo particulares são pessimas e eu parei de trabalhar para cuidar do bebe. Mas eu fico muito mal ao mesmo tempo que ñ tenho coragem de deixa lo na escola. Ficar em casa é otimo ruim é chegar o fim do mes sem vc ter seu dinheiro na mão sabe, meu marido ñ deixa faltar nada pro bebe e nem pra casa mais ele esquece que tenho minhas necessidades tbm . Enfim mi sinto culpada de todas as formas .

    Responder
    • Monique

    Tenho uma filha de 1 ano e 6 meses, desde quando ela nasceu eu não trabalhei. Porém agora eu recebo um telegrama de um concurso público que eu fiz, (eu nem estava grávida quando fiz o concurso) que eu estou com uma vaga. Agora não sei o que fazer, ao mesmo tempo que quero trabalhar também quero ficar em casa com minha filha, e o detalhe é que ela mama no peito ainda. O dilema isso.

    Responder
    • Meri

    Essa situação realmente não é fácil, decidi parar de trabalhar e ficar com minha pequena que tem 1 ano e 8 meses e meu outro filho de 9 anos. Muitas pessoas me perguntam se estou saindo do meu trabalho atual porque consegui outro melhor e quando respondo que vou dar um tempo do trabalho para cuidar dos meus filhos fazem uma cara tipo "e vai viver do que, não vai fazer mais nada da vida", não é nada fácil. Mas é claro que se optamos por ficar em casa é porque nossos maridos estão conseguindo nos proporcionar isto. Ouço muitas mães que dizem que trabalham fora para dar o melhor a seus filhos, e me questiono que melhor é este. Deixar os filhos em mãos de pessoas estranhas, passando o dia todo em uma creche, para dar a ele somente o que o dinheiro pode comprar? E todo o resto, carinho, amor, atenção, educação... não seriam o melhor que temos a dar a nossos filhos?

    Responder
    • Lu

    Olá pessoal,

    Ao contrário da maioria absoluta dos comentários aqui, eu não sou mãe ainda mas mesmo assim resolvi deixar meu emprego para cuidar da casa e do marido.

    Entrei na faculdade logo após o colegial, comecei a trabalhar assim que fiz 18 fui alternando entre emprego e estágio, mas sei lá, eu sempre me estressei muito com essa vida de ficar o dia todo fora, meus pais trabalhavam o dia todo e por anos ainda estudavam a noite, nunca tinham tempo para nada. Eu não queria aquela vida e tinha pra mim que ia parar de trabalhar quando tivesse filhos. Fiquei noiva, casei, passei num concurso e mudei de cidade.

    O que aconteceu? Saía de manhã, demorava quase 1 hora para chegar no serviço, passava o dia todo fazendo algo que detesto que é atender ao público, depois mais 1 hora para voltar, chegava morta, estressada, de mal humor, a casa uma bagunça, tinha que fazer janta/almoço para levar no outro dia, as roupas sempre sujas e sem passar, um caos total. E eu empurrando, tentando levar a situação até ter filhos, até que chegou um ponto que eu falei "chega"! Para tudo, não é isso que quero para mim, ta tudo errado, tudo bagunçado, eu não to sendo eu mesma mais. Meu marido graças a Deus me apoiou desde o início, eu ainda trabalhei alguns meses depois desse "chega", até as contas se estabilizarem e diminuírem um pouco, agora já faz 3 meses que sai do serviço.

    A decisão de sair foi muito difícil porque eu sai para ficar em casa, ficar "sem fazer nada" como a sociedade pensa, e pior eu sai de um concurso público que as pessoas pensam que é a oitava maravilha do mundo. A sociedade cobra tanto da gente que eu nem contei para os meus pais que sai do emprego, quando falei que queria sair depois que tivesse filho eles já não aceitaram, imagina falar que ia sair pra cuidar da casa, hum suicídio! Contei apenas para 3 amigas de confiança, ia contar para mais uma mas quando toquei no assunto ela já começou a me dar sermão então deixei pra lá. Todo mundo do meu serviço achou que eu ia sair para estudar para outro concurso, eu nunca disse isso, mas é natural para eles pensarem que é isso que vou fazer, e não ficar em casa "sem fazer nada".

    Hoje no geral está tudo arrumado, o que eu faço é manter, não dá tanto trabalho assim, aí começou a bater o sentimento de culpa por não estar trabalhando, vi um concurso que abriu, poucas matérias para estudar, salário bom, fiquei muito em dúvida, podia voltar a trabalhar, aumentar a renda, ajudar a quitar o apê mais rápido, trocar de carro, mas ia voltar tudo de novo: o stress, passar o dia todo fora, a correira para manter a casa no lugar, sem tempo de descansar, e quando tiver filhos? Vou ter coragem de largar um emprego bom? (Porque o que eu larguei não ganhava bem) Vou deixa-los sozinhos assim como meus pais fizeram?

    Conversei com meu marido e ele acha que não preciso voltar, agente está se mantendo com o salário dele, mesmo apertado não estamos passando dificuldades, e ele aprecia o bem estar que eu gerei a ele, se eu voltasse a trabalhar ou me matava pra dar conta de tudo (o que não deu certo da última vez) ou ia ter que pagar empregada, lavanderia, restaurante, depois creche, etc.

    Comecei a procurar na internet sobre esse assunto e encontrei esse post, li os comentários e decidi continuar em casa, acho que o bem estar que eu vou proporcionar a minha família será muito maior, poder acompanhar meus filhos, dar atenção, educa-los... Eu não devo satisfação para ninguém da minha vida só para meu marido, e ele não se importa, tenho medo é dele começar a me achar uma inútil, aproveitadora, mas ele já deixou bem claro que não pensa assim, falou para eu aproveitar esse tempo antes de ter filho pq depois o bicho pega hehehhe. Se ele quem está me sustentando não se importa, vou me importar com os outros? Vou continuar assim, mantendo segredo pq as pessoas não entendem, só sabem julgar, acho que é uma pontinha de inveja igual um comentário ali em cima disse.

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    • Regina

    Olá pessoal,
    Estou nesse dilema minha princesa está com 4 meses e no próximo mês termina minhas férias, pois depois que acabou a licença maternidade tirei férias.
    Eu quero parar de trabalhar para cuidar da milha filha mas não tenho o apoio do meu marido. Estou muito chateada com a atitude dele quer porque quer colocar ela nun berçário e eu não quero de forma alguma que ela vá.
    Não sei o que fazer pois não tenho apoio nenhum para a minha escolha.

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    • Flavi

    É tão difícil esta decisão né...
    Mas pretendo ano que vem parar de trabalhar, infelizmente a melhor fase das minhas crianças eu perdi... trabalhando é claro.
    Mas como hoje posso me dar ao luxo, pretendo acompanhar pelo menos a adolescência da minha filha, já que os meninos estão bem grandinhos (22 e 15 anos) quero estar por perto, conversar, acompanhar, levá-la a passeios, já que não pude na infância, hoje ela está com 8 anos e acredito que esta fase será tb de grande valia se eu puder estar presente, a adolescência é uma fase bem delicada tb, a idade das mudanças, dos hormônios das decisões... espero que corra td bem

    bjo

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    • Alexsandra

    Minha filha tem 9 anos,sempre trabalhei fora,ela foi pra creche com 4 meses,me sinto pessima,depressiva e sem que é o trabalho,quero tanto ficar com minha linda filhinha e talvez ter outro bebê ...mas tenho medo de se arrepender de parar de trabalhar,tenho muita duvidas e medo.

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    • Paula Librelon

    Meu problema está longe dessas mães já com futuros brilhantes pois estou começando a vida agora, tenho uma menina de 2 anos e 5 meses quero muito trabalhar me sinto entediada com a vida ate que arrumei um emprego mas não tinha condiçoes de pagar uma creche entao dexei minha filha morando durante a semana com a avó resultado : não durou uma semana sentia muita culpa dor tristeza mas em casa também sinto estresse não aguento ficar sem fazer nada, meu marido me apoia sim mas ele não tem condiçoes nem pra ele pq ele faz estagio tecnico não recebe nem um salário então ficar sem trabalhar é tambem ficar sem dar roupa n dar nda pra ela ficarmos so no arroz com feijão e é isso que mais me entristece mas graças a Deus conseguimos seguir até hoje dessa forma mas assim que conseguir uma creche vou começar a trabalhar pq quem pode, pode e também e bom os filhos terem um tempo longe dos pais cada tempo que passa fico mais segura de deixa la pois estou aprendendo que tudo que faço e sempre o melhor para ela e sei que ela vai entender pq se dedicar aos filhos até seus 10 15 anos não acho que seja o melhor a fazer . Amo demais minha filha ah e esses 2 anos com ela foram ótimos mas um dia tenho q deixa la longe e estou me conformando pois nem sempre a vida coopera.

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