Por: Camila Novais 11 e meia da manhã de uma segunda-feira, exalando o azedume de sucessivas golfadas no ombro, ainda de pijama, com uma recém-nascida pendurada no sling e o cabelo d-a-q-u-e-l-e j-e-i-to, eu vou atender a porta. Um rapaz tem um arranjo de flores nas mãos e me pergunta se eu sou Camilá Nové. Resposta afirmativa, ele me entrega aquela lindeza. Leio o cartão: marido carinhoso mandou flores pelo...
Ler mais →Romance é pra quem pode
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