Arquivo MMqD julho 2012

Quando a realidade é melhor que o sonho

Por: Luanda Fonseca Sabe aquelas histórias sobre a gente mesmo que repetimos a exaustão? Aquela que todos os seus amigos sabem e quem sentar para tomar uma cerveja mais animada ao seu lado vai acabar ouvindo? Pois então. E eu sempre começo assim: “Sabe que meu sonho quando tinha 13 anos era ser mãe solteira, né?” Pausa para a claquete, já que não estamos na minha casa, sentadas no meu...

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Por uma infância sem racismo: sobre as cores

Por: Priscila Perlatti   Muito legal a bandeira que a Ceila, do Desabafo de Mãe levantou promovendo a campanha da Unicef para que os blogs maternos compartilhem suas histórias por uma infância sem racismo. Racismo, segundo o tio Aurélio, é a "doutrina que sustenta a superioridade de certas raças". A maioria das vezes associa-se essa palavra ao preconceito com os negros. Porém, quando li a definição, me veio na mente a imagem daquele...

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Diferença de idade entre irmãos: mais ou menos anos?

Por Ana Paula Desde pequena, quando pensava que um dia teria uma família só minha, sabia que ia ter mais de 1 filho. Eu queria cinco, imagine só! Achava lindo aquelas famílias grandes (meus pais vieram de famílias grandes, com 6 irmãos cada um) e curtia muito as reuniões de família na casa da vó, com aquele bando de primos brincando juntos. Aí a pessoa cresce, tem a primeira filha...

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Aos meus vizinhos!

Por Mari Hart Se você é meu vizinho, saiba que: - Não, eu não sou espancadora de crianças. - Não, eu também não sou ninfomaníaca. Explico. Quem mora em prédio, principalmente condomínio fechado, sabe como a falta de privacidade pode ser um problema. Seja no tom de voz, uma batida de porta, um choro escandaloso de uma criança... onde tem vizinhança tem barulho! (isso muito me lembra a vila do...

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De médico e louco toda mãe tem um pouco.

Por: Isabella Kanupp Que atire a primeira pedra a mãe que nunca se sentiu o próprio House por desvendar aquela febre no filho no meio da noite! E pior, que achou que o banho resolveria, que um antitérmico ajudaria, e que bom... se nada der certo amanhã vamos ao médico. Confesso: vivo em uma relação de amor e ódio com o pediatra da Beatriz, mesmo ele sendo um amor de...

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O sonho de Vitório que era o sonho de Veridiana

Por: Natalie Catuogno Era uma vez uma moça que se formou arquiteta. Trabalhou por um tempo projetando móveis, mas gostava mesmo era de ilustrar. Desenhava aqui, desenhava acolá até que, em 2007, decidiu ilustrar para viver. “Passei por um daqueles momentos de decisão na vida, sabe?”. Montou um portfólio e, com ajuda dos amigos, arranjou os primeiros trabalhos como ilustradora. Daí que, apaixonada por literatura infantil (comprava livros de todos...

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Parto só no hospital. E sem a sua doula.

Por Gabi Prado. Depois de tentar fechar a Casa de Parto David Capistrano Filho em 2009 e, mais recentemente, tentar uma retaliação ao médico paulista Jorge Kuhn por ter emitido em rede nacional o apoio ao parto domiciliar  e , deste modo, incentivarem a linda Marcha pelo Parto em Casa  o CREMERJ lançou semana passada duas novas resoluções que dispõem sobre a assistência ao parto. As resoluções 265 e 266/12...

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Honestidade vem da infância

Por: Teresinha A todo o tempo "educamos"... Palavras, gestos ou apenas um simples olhar, ajudam a criança a entender o que está certo ou errado, a "crescer", enfim. É uma tarefa incessante e muitas vezes requer prudência e sabedoria. E se não for assim, não há educação verdadeira. A persistência e a paciência também estão no meio desses requisitos. Não vamos mentir. Aprender a ser honesto, a cumprir o que...

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E depois que o filho cresce?

Por: Talita Guedes Bittioli Então, né... essa questão é bastante interessante, pra mim. Eu tenho muitos amigos casados, com ou sem filhos e faço observações e análises escondida e reparo um pouco aqui e acolá como se relacionam. De fato, cada Família é uma e a dinâmica é própria! Assim que se casou, há quase 35 anos, minha mãe parou de trabalhar. Ela não parou de trabalhar pra ficar em...

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Será que eu não deveria ter me tornado mãe?

Por: Marília Diniz Meus pais sempre me pareceram muito tranquilos. Diferente dos meus amigos, eu nunca tinha problemas quando resolvia sair. Nada de restrição de horário ou de companhia. Por isso, eu dizia a mim mesma que, quando tivesse filhos, eu seria como eles. Mas hoje, ouvindo histórias sobre crianças desaparecidas, pedofilia, bullying e drogas, percebo que as palavras “pais” e “tranquilidade” não são compatíveis. Agora sei que aquilo era...

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