Arquivo MMqD maio 2012

Sobre a autoridade dos pais

Por: Myriam Scotti Ontem eu estava lendo uma entrevista de um psicanalista e me deparei com a seguinte frase: "a culpa é o principal corrompedor da autoridade." Não consegui mais pensar em outra coisa, já que é o grande mal da atualidade na relação pais e filhos. O psicanalista estava explicando que como pai E mãe passam agora muito tempo longe dos filhos, quando se encontram não conseguem se fazer...

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Existe sexo depois do parto?

Por: Hilan Diener Quando me chamaram pra escrever um post para o MMqD me disseram que o tema era livre. Eu sofro demais com tema livre. Dá um branco na minha cabeça e não consigo seguir adiante. Então, em tom de chacota, disse que iria escrever sobre "como enfrentar o deserto sexual da mulher gestante e pós parida". A pessoa do outro lado (não posso dizer o nome) riu e...

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Meu filho tem alergia alimentar!

Por: Karine Durães Geralmente, começa com um sintoma da criança. Ou vômito, refluxo, mancha na pele, choro... e aí  tem coincidência  com a alimentação. Não demora muito, o diagnóstico. Alergia alimentar! E o mais comum é a alergia ser a leite de vaca e/ ou a soja. Aí a mãe entra no “limbo” das mães das crianças alérgicas. Ela terá que prestar atenção em tudo que o bebê come. Em...

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Nomes

Por: Anne Rammi   Demorou muito pouco tempo para a gente decidir o nome do bebê que me habitava. Se fosse menina era Maria e menino Joaquim. Sem muitas explicações lógicas, simplesmente parecia certo (por mais que pareça aquele casal de portugueses das piadas). Quando descobrimos o sexo do bebê, nos olhamos e dissemos, “Joaquim, né?”. E saímos mandando mensagens para todo mundo “Joaquim tá na área”.  ***  Minha mãe...

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Quando as coisas começam a ficar sérias

Por: Leonor Macedo   - Mãe, você pode me dar um conselho? Qual é melhor maneira de se beijar uma mulher? Era só mais uma noite como todas as outras na casa dos Martin de Macedo: de cair o cu da bunda. Eu poderia ter respondido para o meu filho de quase-11-anos que “não sei, nunca beijei uma mulher”, mas não era sobre heterossexualismo que o Lucas queria saber. -...

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Nasce o filho, nascem os pais, morre o casal? Não!

Por: Talita Guedes Bittioli O bebê chegou! A Família está feliz. O pai, todo babão; a mãe, realizada! Os avós, parentes e amigos celebram a chegada de uma criança tão especial. Os sentimentos ficaram todos confusos, os pais sentem medo, alegria, preocupação, ternura, satisfação, receio, tudo junto ao mesmo tempo! E como não? A chegada de um filho significa mudança! Mudança total. As mudanças são boas, gostosas. Existe o período...

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Vamos inventar mais histórias!

Por: Carol Marçal   Levanta a mão, quem aqui não gosta de ouvir ou ler uma boa história? Não importa o tipo, tão pouco o horário e o local. Pode ser uma história de elevador, de mesa de bar, salão de beleza, sala de espera em consultório médico, na janela com as vizinhas, no sofá de casa ou simplesmente ao pé do ouvido. Enfim, história é história. Em qualquer parte...

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Lanchinhos saudáveis: sanduíche de maçã

Por: Mari Capai Eu não sou criança – pelo menos assim parecerá a quem analisar minha certidão de nascimento sem me conhecer – mas, mesmo crescida, tenho certa dificuldade em passar pela cozinha, pegar uma fruta e sair a mastigá-la. Gosto de recebê-la cortadinha e descascada, ou, quando vou eu mesma buscá-la, incrementar com uma firulinha aqui ou outra ali. Mesmo no café da manhã, quando em geral sirvo banana...

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Superpoderosa… I wanna be!

Por: Iza Garcia Muita gente gosta de sonhar sobre como gastaria dinheiro, se um dia ganhasse na loteria. Além de sonhar com isso e com o Ashton Kutcher gosto de imaginar o que eu faria se um dia encontrasse uma espécie de lâmpada mágica que me desse o direito de realizar três desejos. Sempre brinquei de imaginar o que eu pediria ao “gênio” e, conforme fui crescendo, obviamente, os desejos...

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Meu estranho favorito

Por: Natalie Daí que todo mundo sempre nos dizia, quando crianças, que não deveríamos falar com estranhos. Mas esqueciam de avisar que esse aviso (com o perdão da repetição) só valia até a gente ter filhos. Porque, na maternagem, a gente não faz outra coisa senão falar com estranhos. Mães -assim como as grávidas- são para-raios de curiosos, palpiteiros, fofos apaixonados por crianças e outros tipos de desconhecidos. Ainda mais...

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